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Publicado em: 29 de abril de 2021

Como fazer o torresmo mais crocante da sua vida

Confira essa receita deliciosa!

Imagem: iStock

O torresmo é um prato bastante conhecido e muito apreciado em todo o território nacional. Tradicional na culinária mineira, ele costuma marcar presença nas feijoadas e em bares e botecos como petisco.

Feito com uma parte da barriga do porco, há diversas formas de preparar esse aperitivo saboroso. Aqui no site nós já ensinamos como fazer torresmo na panela de pressão. Hoje, nós iremos compartilhar um método infalível para deixar seu torresmo extremamente crocante, mas com uma carne macia.

Como fazer o torresmo crocante

Ingredientes:

  • 1 kg de panceta de porco
  • 1 colher (sopa) de sal
  • 1 colher (sobremesa) de bicarbonato de sódio
  • 1 colher (chá) de pimenta-do-reino
  • 1 xícara (chá) de óleo de soja

Modo de preparo:

Passo 1: Tempere a panceta com o sal e pimenta. Em seguida, espalhe o bicarbonato de sódio. Vire a panceta e repita o processo.

Passo 2: Corte a carne em cubos ou da forma que preferir o seu torresmo e, em seguida, coloque-os em um tabuleiro.

Passo 3: Leve a panceta ao forno para desidratar e deixe por uma hora a 200ºC.

Passo 4: Coloque óleo em uma frigideira e deposite o torresmo com o óleo ainda frio e ligue o fogo.

Passo 5: Quando começar a formar bolhinhas nas laterais da frigideira, retire o torresmo.

Passo 6: Coloque no fogo alto e retorne com o torresmo para a crocância final.

E aí, curtiu esse modo de preparar o torresmo? Veja também como fazer um feijão tropeiro fácil e delicioso para comer junto com o seu torresmo crocante!

Você sabia?

Apesar de ser um aperitivo muito popular no Brasil, o torresmo é, na verdade, uma herança da culinária portuguesa com alguns toques dos temperos trazidos pelos escravos da África.

Na época da colonização, preparar o torresmo era apenas uma maneira de se obter a banha de porco para realizar outros preparos. Ele só ganhou espaço na gastronomia brasileira anos depois. Tudo começou quando escravos que viviam na Bahia colonial passaram a consumir a pele frita ao invés de descartar.

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