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Publicado em: 20 de dezembro de 2019

Conheça a origem dos pratos da ceia de Natal e confira as receitas

Os pratos tradicionais natalinos também têm história para contar.

Imagem: Choreograph/iStock

Falta muito pouco para a tão aguardada ceia natalina. A mesa da ceia de Natal do brasileiro costuma ser bem diversificada. Mas quem inventou que esses seriam os pratos do Natal? Por que comemos peru e tender e não pizza e feijoada? De onde vêm os pratos da nossa ceia de Natal? Descubra a seguir e confira as receitas:

  • FabioBalbi/iStock

    1. Panetone

    Uma das histórias sobre a origem do panetone é a de que o primeiro surgiu em uma padaria de Milão, em meados de 1400 d.C. De acordo com essa versão, um jovem padeiro, apaixonado pela filha de seu patrão, elaborou uma versão rudimentar do pão doce para impressioná-lo.

    A iniciativa deu certo e a receita fez sucesso entre os clientes do lugar, que pediam pelo “Pani de Toni” (pão do Toni, em italiano). Com o tempo, a palavra evoluiu para “panattón” (vocábulo milanês) e depois para “panetone” (italiano).

    Após passar por diversas transformações ao longo dos séculos, o ”pão do Toni” ganhou o seu aspecto atual no século 18, com o formato circular e a disposição das frutas cristalizadas. Há também variações feitas com chocolate, sorvete, e também panetones salgados.


  • Julio Ricco/iStock

    Receita de panetone caseiro

    Além de ser uma delícia, é ótimo para presentear no fim do ano.

    Ingredientes:

    • 1 kg de farinha de trigo peneirada
    • 4 ovos
    • 50g de fermento biológico seco
    • ½ xícara de água morna
    • 2 colheres (sopa) de manteiga ou margarina
    • 1/2 xícara de açúcar
    • uma pitada de sal
    • 1 colher (sopa) de raspas de laranja ou limão

    Recheio:

    • 300 gramas de frutas cristalizadas picadas
    • 200 gramas de uvas-passa

    O recheio pode ser trocado pela mesma quantidade de gotas de chocolate. Inclua essência de baunilha e canela a gosto se desejar.

    Modo de preparo:

    1. Misture o fermento com uma xícara de farinha de trigo. Coloque numa tigela grande, cubra e deixe crescer por 2 horas. Junte mais uma de xícara e deixe crescer por mais 2 horas.
    2. Acrescente os ovos, a manteiga, o açúcar, o sal, as raspas e o restante da farinha de trigo, misturando bem. Coloque a massa numa superfície polvilhada com farinha de trigo e amasse até que a massa se solte das mãos.
    3. Divida a massa em duas partes e abra um retângulo.
    4. Misture as frutas cristalizadas com as passas, passe ligeiramente na farinha de trigo e distribua metade sobre uma das partes de massa. Enrole virando as bordas para o centro. Depois, dobre ao meio, deixando as pontas para baixo.
    5. Coloque a massa numa fôrma própria para panetone untada com manteiga (você pode encontrar on-line ou em lojas especializadas). Repita o mesmo processo com a massa e o recheio restante. Deixe crescer por mais duas horas ou até dobrar de volume.
    6. Faça um corte em “X” na massa. Pincele com gemas batidas e leve ao forno baixo (150° C), preaquecido, por uma hora. Depois de 45 minutos, cubra com papel alumínio e termine de assar.

  • evgenyb/iStock

    2. Peru

    Um dos pratos mais famosos da ceia de Natal, o peru tem sua origem relacionada aos povos que habitavam a América do Norte pouco antes da chegada dos europeus. A ave já era domesticada e criada pelos astecas e pelos índios norte-americanos, sendo tratada com um verdadeiro prêmio quando uma tribo dominava outro território.

    Feito em banquetes, o peru era servido acompanhado por cebolas, alho-poró e um molho a base de pimenta. A ave foi levada para o velho continente, e em pouco tempo substituiu o cisne, o ganso e o pavão como ave oficial da ceia natalina.


  • anna1311/iStock

    Receita de peito de peru assado com ervas

    O segredo para uma carne de peru molhadinha e macia não é adicionar gordura, mas virar o peito de peru enquanto assa. Essa técnica permite que a carne se regue por conta própria. O peito de peru é uma excelente fonte de proteína e com um teor relativamente baixo de gorduras totais.

    Ingredientes:

    • 3 dentes de alho
    • 2 colheres (sopa) de salsa picada
    • 2 colheres (chá) de alecrim seco, esfarelado
    • 1/2 colher (chá) de pimenta-do-reino moída grosseiramente
    • 1/2 colher (chá) de raspas de limão
    • 1 peito de peru inteiro, com osso (3 kg a 3,5 kg)
    • 1 cebola grande cortada em fatias finas (0,25 cm)
    • 1 talo de aipo (com folhas) cortado em pedaços de 2,5 cm de comprimento
    • 1 cenoura, descascada e fatiada na diagonal (1 cm)
    • 1 folha de louro
    • 800 ml de caldo de galinha

    Modo de preparo:

    1. Coloque uma prateleira do forno na posição mais baixa. Em seguida, preaqueça o forno a 200ºC.
    2. Pique 2 dos dentes de alho e coloque-os em uma tigela pequena. Adicione a salsa, o alecrim, a pimenta e as raspas de limão. Mexa até misturar bem os ingredientes.
    3. Lave o peito de peru com água fria. Escorra-o e seque-o com folhas de papel-toalha. Com cuidado, separe a pele do peru dos dois lados do osso do peito de modo a formar “bolsos”. Esfregue a mistura de ervas sob a pele e por cima da carne.
    4. Espalhe a cebola, o aipo e a cenoura no fundo de uma assadeira média. Acrescente o alho e a folha de louro e coloque por cima o peru, com a pele virada para baixo. Adicione o caldo e cubra folgadamente o peito de peru com papel-alumínio.
    5. Asse o peru por 1 hora, regando-o com os sucos da assadeira a cada 20 minutos. Depois, retire a assadeira do forno. Reduza a temperatura para 180ºC e remova o papel-alumínio. Vire a pele do peru para o lado de cima. Com a assadeira descoberta, asse o peru, regando-o a cada 20 minutos até o termômetro de carne registrar a temperatura de 80ºC, o que deve levar 1 1/2 hora. Então, transfira o peito de peru para uma tábua de corte. Coloque uma peneira sobre uma panela média e coe o caldo, jogando fora os legumes e a folha de louro. Ferva o caldo coado em fogo alto até reduzir pela metade. Sirva o caldo fervido como acompanhamento.

  • rodrigobark/iStock

    3. Lentilha

    A lentilha é uma comida tradicional de fim de ano devido a uma superstição dos imigrantes italianos, que acreditavam que comer lentilha nessa época traria sorte.  O ditado que diziam era “Lentilha no ano novo, dinheiro o ano todo”.


  • Reader's Digest

    Receita de risoto de lentilha

    A lentilha acrescenta sabor e textura a este risoto de cogumelos ao estilo italiano, tornando-o mais nutritivo. Sirva com legumes assados ou grelhados, como pimentões e abobrinhas, ou com uma salada mista.

    Ingredientes:

    • 170 g de lentilhas verdes
    • 500 ml de caldo de legumes
    • 1 colher de sopa de azeite de oliva extravirgem
    • 1 cebola, bem picada
    • 1 dente de alho, amassado
    • 3 talos de aipo, picados
    • 1 pimentão vermelho, sem sementes e cortado em cubos
    • 1 colher de chá de coentro em pó
    • 1 colher de chá de cominho em pó
    • 225 g de cogumelos, cortados em fatias
    • 170 g de arroz para risoto
    • 200 ml de vinho branco seco
    • 3 colheres de sopa de coentro fresco, grosseiramente picado, mais um pouco para decorar
    • 50 g de queijo parmesão, em lascas sal e pimenta-do-reino

    Modo de preparo:

    1. Numa panela com água fervente, cozinhe as lentilhas por 20 minutos, depois escorra-as e reserve. Coloque o caldo na panela e espere ferver sobre fogo moderado. Baixe o fogo, e deixe ferver em fogo brando.
    2. Em uma panela grande, aqueça o azeite e acrescente a cebola, o alho e o aipo, refogando por 5 minutos ou até os temperos estarem macios, mexendo ocasionalmente. Adicione o pimentão vermelho, o coentro em pó e o cominho, e cozinhe por mais 1 minuto, mexendo.
    3. Acrescente os cogumelos, o arroz e as lentilhas cozidas, e misture tudo. Junte o vinho e acrescente uma concha do caldo quente. Deixe levantar fervura e cozinhe em fogo baixo, borbulhando, até que a maior parte do líquido tenha sido absorvida, mexendo frequentemente.
    4. Adicione outra concha de caldo e cozinhe até que o líquido tenha sido absorvido, mexendo frequentemente. Repita essa adição gradual de caldo quente até o fim. O arroz deve estar cremoso e macio, mas ainda um pouco firme, e as lentilhas cozidas.
    5. Acrescente o coentro picado e tempere com sal e pimenta-do-reino a gosto. Sirva quente, salpicando as lascas de queijo parmesão e um pouco mais de coentro picado.

  • pornsakampa/iStock

    4. Fios de ovos

    Segundo vários autores, os fios nasceram no Mosteiro de S. Bento da Ave-Maria, no Porto. No Brasil, ficaram tão famosos que é difícil não ver um tender enfeitado com fios de ovos nas mesas natalinas.

    O doce já teve alguns outros nomes, como “ovos em fio”, “ovos de fio”, “ovos reais” e “ovos de aletria”. Ao que se sabe, os fios de ovos surgiram como elemento de enfeite ou guarnição de pratos salgados a partir do século XVII. Na época, havia uma moda ou apreço por composições agridoces.


  • sutteerug/iStock

    Receita de fios de ovos caseiro

    Perfeito para dar o toque final ao grande prato da ceia.

    Ingredientes:

    • 10 gemas
    • 300g de açúcar
    • meio litro de água fria

    Modo de preparo:

    1. Passe as gemas delicadamente por uma peneira para retirar a película e o gosto de ovo.
    2. Em uma panela coloque o açúcar e a água e leve ao fogo. Quando começar a ferver, despeje as gemas, aos poucos, com movimentos circulares, por meio de um funil próprio para fios de ovos.
    3. Quando estiverem firmes, retire com cuidado os fios de ovos com uma escumadeira e coloque sobre uma peneira.

  • alfernec/iStock

    5. Rabanada

    A história do delicioso doce de Natal começou em outro continente: a rabanada é uma tradição europeia. Surgiu como uma forma de aproveitar os restos de pão duro, para não serem jogados fora.

    Segundo alguns livros, os portugueses trouxeram a tradição para o Brasil, então colônia. No entanto, é possível provar a iguaria em diversos países, como nos Estados Unidos (French Toast), na Inglaterra (Eggy Bread), e na França (Pain Perdu).

    Outro nome dado à rabanada é de “Fatia da Parida”. Acreditava-se que o doce auxiliava na produção de leite materno.


  • Seva_blsv/iStock

    Receita de rabanadas integrais com maçãs salteadas

    Esta versão de rabanadas com sabor de nozes servidas com maçãs cozidas em xarope de bordo, além de ser irresistível, tem altos níveis de tiamina, zinco e fibras.

    Ingredientes:

    • 1 xícara de leite desnatado
    • 1/4 de xícara de xarope de bordo (ou glutamato de milho)
    • 2 ovos grandes
    • 1 colher (chá) de extrato de baunilha
    • 1 colher (chá) mais 1/4 de colher (chá) de canela em pó
    • 4 fatias (1 cm de espessura) de pão multigrãos bem crocante
    • 2 xícaras de maçãs sem miolo, descascadas e fatiadas
    • 3 colheres (sopa) de água
    • 1/4 de xícara de nozes pecã

    Modo de preparo:

    1. Misture o leite, 2 colheres de sopa (25 ml) do xarope, os ovos, a baunilha e 1 colher de chá (5 ml) da canela em uma tigela média. Arrume o pão em uma assadeira e despeje a mistura de ovos por cima. Deixe descansar, virando pelo menos duas vezes, até que o ovo seja absorvido, aproximadamente 15 minutos.
    2. Coloque as maçãs, a água, as 2 colheres de sopa (25 ml) restantes de xarope e 1/4 de colher de chá (1 ml) da canela restante em uma panela grande. Cubra e cozinhe em fogo baixo, mexendo de vez em quando até que as maçãs estejam macias, aproximadamente 15 minutos.
    3. Aqueça uma grelha não aderente sobre fogo médio. Abaixe o fogo, acrescente o pão e cozinhe até ficar dourado, 3 a 4 minutos. Vire com uma espátula grande e cozinhe até ficar dourado do outro lado, mais 3 a 4 minutos. Com uma colher, coloque as maçãs sobre as rabanadas e salpique as nozes.

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    6. Frutas secas

    A variedade de frutas secas no Natal tem uma ligação muito forte e particular com o solstício do inverno europeu. Entre as classes sociais mais elevadas, as frutas secas tornavam-se mais especiais por serem cobertas de ouro.

    Para os romanos, cada tipo de fruta seca tinha um significado especial. No caso das frutas secas, representavam a ausência de fome, pobreza e proteção contra os excessos da bebida.


  • Martin Brigdale, Gus Filgate e William Lingwood

    Receita de frutas, nozes e sementes temperadas

    Esta mistura crocante temperada de nozes e sementes de abóbora e girassol, cereja seca e uvas-passas brancas é ideal para o lanche ou como tira-gosto. As crianças adoram (embora não seja adequada para crianças pequenas, que podem se engasgar com as nozes). É possível variar a combinação de nozes e frutas, conforme seu gosto.

    Ingredientes:

    • 1 colher de chá de vagens de cardamomo
    • um pedaço de pau de canela de 2,5 cm
    • 2 cravos-da-índia inteiros
    • 1 colher de chá de pimenta-do-reino em grão
    • 1 colher de chá de sementes de cominho
    • 1 colher de chá de sementes de coentro
    • 2 colheres de chá de gengibre fresco bem picado
    • 1 clara de ovo grande
    • 25 g de aveia em flocos finos ou médios
    • 170 g de amêndoas escaldadas
    • 170 g de nozes-pecãs cortadas ao meio
    • 170 g de castanhas-do-pará
    • 85 g de sementes de abóbora
    • 75 g de sementes de girassol
    • 115 g de uvas-passas brancas
    • 100 g de cerejas secas

    Modo de preparo:

    1. Preaqueça o forno a 130º C. Amasse ligeiramente as vagens de cardamomo num pilão ou com a lateral de uma faca grande e descarte a casca. Coloque as pequenas sementes num moedor de condimentos ou no pilão, junto com o pau de canela, os cravos, os grãos de pimenta e as sementes de cominho e de coentro, e moa até obter um pó fino.
    2. Misture os condimentos moídos com o gengibre, a clara e a aveia numa tigela grande. Adicione as amêndoas, as nozes-pecãs, as castanhas-do-pará, as sementes de abóbora e girassol, e misture bem para envolvê-las por completo na mistura de temperos.
    3. Coloque as nozes num tabuleiro grande e espalhe-as, formando uma camada única. Asse por 1 hora, mexendo ocasionalmente, até ficarem ligeiramente escurecidas e crocantes. Retire-as do forno e deixe esfriar no tabuleiro.
    4. Transfira as nozes e sementes para uma tigela. Junte as uvas-passas brancas e as cerejas, mexendo bem. A mistura está pronta para servir, porém se não for usada imediatamente, pode ser conservada num recipiente hermético por até 2 semanas.

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    7. Bolinho de bacalhau

    O bolinho de bacalhau tem sua origem atrelada aos portugueses. Considerado uma das heranças da culinária mediterrânea, o petisco já era consumido em larga escala há pelo menos 200 anos.

    Feito com batata e lascas do peixe, que é fartamente encontrado nos mares da região, o bolinho teve sua primeira versão oficial documentada em 1904, no livro Tratado de Cozinha e Copa, de Carlos Bandeira de Melo.


  • Martin Brigdale, Gus Filgate e William Lingwood

    Receita de bolinho de bacalhau ao pesto

    Bolinhos de bacalhau são os preferidos de toda a família e uma ótima maneira de incentivar as crianças a comer peixe. Esses bolinhos são fáceis de preparar e podem ser feitos com antecedência e guardados na geladeira até a hora de assar.

    Ingredientes:

    • 400 g de batatas, descascadas e cortadas em cubos
    • 375 g de filé de peixe de carne branca, como bacalhau ou hadoque
    • 100 ml de leite semidesnatado
    • 1 alho-poró pequeno, bem picado
    • raspas bem finas de 1 limão
    • 2 1/2 colheres de sopa de molho pesto
    • 30 g de farinha de trigo
    • 1 ovo grande, batido
    • 85 g de farelos de pão integral fresco 30 g de queijo parmesão, ralado na hora
    • 8 tomates, cortados ao meio
    • sal e pimenta-do-reino
    • ramos de salsa lisa fresca para decorar

    Modo de preparo:

    1. Coloque as batatas numa panela, cubra com água fervente e cozinhe em fogo baixo por 15 minutos ou até ficarem macias.
    2. Enquanto isso, coloque o peixe numa frigideira funda antiaderente, despeje o leite e acrescente temperos a gosto. Espere até quase ferver, baixe o fogo e deixe cozinhar por 5 a 6 minutos ou até o peixe se despedaçar com facilidade. Retire-o da panela, desfie a carne, descartando a pele e as espinhas, se houver. Reserve o leite.
    3. Escorra as batatas e amasse-as com um amassador próprio ou com o garfo. Adicione o peixe às batatas, com o alho-poró, as raspas de limão, o molho pesto e 2 colheres de sopa do leite em que o peixe foi cozido, e misture até obter uma massa macia. Tempere com sal e pimenta-do-reino a gosto. Deixe esfriar.
    4. Modele a massa de peixe, formando 8 bolinhos achatados e espessos, e passe farinha de trigo dos dois lados. Coloque o ovo num prato e misture os farelos de pão integral e o queijo parmesão em outro. Passe os bolinhos de peixe no ovo e depois nos farelos. Leve à geladeira até a hora de assar.
    5. Preaqueça o forno a 190°C. Disponha os bolinhos de bacalhau num tabuleiro antiaderente. Arrume no tabuleiro os tomates cortados ao meio e salpique pimenta-do-reino. Asse por 20 minutos. Sirva os bolinhos e os tomates assados, decorados com salsa.

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