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Publicado em: 30 de maio de 2019

Proteína magra saudável: por que precisamos dela?

Muitos alimentos fornecem a proteína de que nosso organismo necessita. Entenda por que precisamos tanto dela!

Imagem: a_namenko/iStock

Chamamos esse importante nutriente de proteína, mas, na verdade, não é uma substância única. Há pelo menos 10 mil tipos diferentes que desempenham papéis fundamentais para o funcionamento do corpo. As proteínas constroem e renovam músculos, pele, ossos, cabelo e todos os outros tecidos. Produzem as enzimas que nos possibilitam digerir a comida, os anticorpos que combatem infecções e doenças e ajudam os músculos a mover-se e contrair -se. As proteínas transportam substâncias pelo corpo e regulam a estrutura celular. A lista é quase infinita.

A linha de montagem vital

Talvez a coisa mais incrível seja o fato de o corpo fazer todas essas proteínas de modo contínuo, a partir de “blocos de construção” conhecidos como aminoácidos. Como um grande engenheiro, o corpo segue uma “planta” – ou um código genético – para encadear os aminoácidos e compor diferentes tipos de proteína essencial.

Os cientistas identificaram mais de 50 aminoácidos, dos quais vinte são conhecidos por serem utilizados pelo corpo humano. Produzimos alguns, mas nove, os chamados aminoácidos “essenciais”, que o nosso organismo não consegue produzir, devem ser obtidos a partir dos alimentos que comemos. São eles: histidina, isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano e valina – nomes comuns em rótulos de produtos. Como o corpo não armazena aminoácidos de forma eficiente, como acontece com gorduras ou carboidratos, precisa de um fornecimento regular.

De onde vem a proteína?

A proteína ingerida chega de fontes animais e vegetais de duas formas. As fontes de proteína “completa” suprem todos os aminoácidos essenciais, enquanto nas fontes de proteína “incompleta” faltam um ou mais, ou então não os recebemos na quantidade certa. De modo geral, as fontes animais fornecem um conjunto completo de aminoácidos essenciais e as fontes vegetais um conjunto incompleto.

Há exceções. A soja e a quinua são proteínas completas, embora ambas tenham pontuação inferior às fontes animais na tabela utilizada pela Organização Mundial da Saúde para avaliar a qualidade da proteína. Os diversos alimentos vegetais – como leguminosas e grãos – também podem ser combinados para suprir a necessidade de proteína completa.

Então, ambas as fontes de proteína animal e vegetal proporcionam boas combinações, e é raro ocorrer uma deficiência. Mas, como os alimentos proteicos vêm em diferentes pacotes, o que faz a diferença são os outros nutrientes que cada um contém.

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